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Sports · 2026-10-27 · Edição da tarde

Kaepernick não se arrepende de protesto que encerrou sua carreira, dez anos depois

Dez anos depois de se ajoelhar pela primeira vez durante o hino nacional dos EUA, o ex-quarterback da NFL Colin Kaepernick insiste que não se arrepende, apesar de acreditar que o ato encerrou sua carreira. Em setembro de 2016, Kaepernick começou a protestar contra a injustiça racial, um gesto que ele repetiu antes de 11 jogos naquela temporada. Ele rescindiu seu contrato com o San Francisco 49ers em março de 2017 e nunca mais foi contratado por outra equipe.

O exílio foi marcante para um jogador que havia levado sua equipe ao Super Bowl de 2013 e lançou 16 touchdowns em sua última temporada. Kaepernick apresentou uma queixa contra os proprietários da NFL, alegando que eles conspiraram para não contratá-lo, o que resultou em um acordo financeiro em 2019. A própria liga admitiu mais tarde que estava "errada por não ouvir os jogadores antes" e encorajou o protesto pacífico.

O gesto, que atraiu a condenação de figuras como Donald Trump, foi posteriormente adotado por atletas em todo o mundo. Após o assassinato de George Floyd em 2020, "ajoelhar-se" tornou-se um símbolo generalizado, com Kaepernick notando sua surpresa ao ver as seleções nacionais de futebol da Inglaterra usarem o protesto.

Resumo escrito pelo Cup of News com IA a partir das fontes abaixo. Consulte os originais para a notícia completa.

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